Spanda é
a pulsação criativa da vida.
Yoga Spanda é uma escola de yoga que nasceu
através de um ideal de vida. Rô Pacheco coordena essa escola,
que oferece um ambiente adequado numa estrutura
considerada a melhor da região.
Alem do espaço físico, a escola
oferece linhas diferentes de yoga que vão
de encontro à necessidade de cada um. A
escola disponibiliza vários horários
e professores altamente competentes. Sinta-se
bem vindo!
A essência da prática
do Yoga.
A prática do Yoga nos coloca
frente á frente a nós mesmos. Tudo
começa com o primeiro contato com o próprio
corpo.O corpo por sua vez, mostra-se como um livro
na qual estamos escrevendo nossa história
de vida. Já escrevemos muito, coisas que
não podemos apagar; mas o Yoga foca o presente
na tentativa constante de agora fazer diferente.
O corpo é um belo e eficaz instrumento
de melhoramento; sentir, observar e ter uma atitude
de entrega, são ingredientes para uma prática
que tende a crescer. Bater de frente com as limitações
só torna-as mais difíceis.
A atitude persistente e dedicada ao longo das
práticas leva o(a) yoguin(i) à uma
condição física adequada
quanto ao alinhamento, a flexibilidade, força
entre outros; mas veja isso como uma porta de
entrada para olhar mais profundo. O corpo reflete
nossa condição interna, “melhorar
o corpo”, segundo a visão do Yoga,
é melhorar-se internamente.Algumas práticas
porem até são muito intensas, isso
não quer dizer que outros aspectos da prática
não estejam acontecendo. A prática
é um grande encontro, é um momento
para você, por você.
O professor ajuda-lhe, guia, mas a verdadeira
prática acontece da sua pele para dentro.
Por isso, é impossível entender
e vivenciar o Yoga numa leitura, ou vendo alguém
praticar...Pratique, vivencie o estado de estar
presente!
SHAKSI.
A consciência testemunha á uma parte
de nós que observa sem tomar partido, porem
observar implica numa atitude neutra dos aspectos
que retratam nosso lado “escuro”.Estamos
constantemente julgando, mas o julgamento ainda
é o fruto da ignorância, não
como a entendemos racionalmente, mas como a ausência
de consciência diante da vida e das experiências
que não foram devidamente assimiladas.
Quantos incômodos sentimos ao presenciarmos
situações; quantas vezes nos colocamos
em lugares que ainda não detemos, já
que quem é realmente, não precisa
provar nada para ninguém. A consciência
testemunha presencia; a partir de um primeiro
momento de aceitação começamos
a despertar para a mudança; a mudança
é a ação, e a ação
é preferível a inação
segundo o Bhagavad Gita.
Ficar a parte não nos exime dos efeitos
que podem ter sido gerados em outro momento da(s)
existência(s). Os yoguis da antiguidade
fizeram o que hoje estamos começando, mas
nada adianta esticarmos o tapetinho e não
nos esforçarmos fora dele.Atire a primeira
pedra; o melhor é continuar praticando,
experimentando, vivendo e mudando. O verdadeiro
homem é aquele que cai milhares de vezes,
mas se levanta milhares de vezes e continua sempre...
HARI OM
Rô Pacheco |